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Andréa (ANDREAS) di Pietro della Gondola, vulgo Palladio (Pádua, 30 de novembro de 1508 — Vicenza, 19 de agosto de 1580) foi um grande arquiteto italiano, protegido de G. Trissino, o qual lhe deu o nome de Palladio, a fim de completar a sua formação. Apoiando-se nos ensinamentos do grande Vitrúvio, restituiu à atualidade a tipologia das casas e dos templos clássicos, entre eles a Rotonda, a Villa Barbaro, o Palazzo Thiene e o teatro Olímpico na cidade de Vicenza. Concebeu a Arquitetura como uma organização de espaços regulados por leis matemáticas e harmônicas, tendo projetado fachadas em função da planimetria e volumetria internas das respectivas casas. Escreveu pelo menos quatro livros sobre Arquitetura e influenciou o desenvolvimento da arquitetura européia. A sua criação mais famosa é a Rotonda, considerada um resumo da Arquitetura Palladiana. O projeto, que inclui um domo que se eleva acima de um cubo, é simples e recebeu reconhecimento imediato pela perfeita harmonia com a paisagem ao redor. |
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A razão principal desta homenagem, do nosso
instituto educacional, esta centrada em três questões principais as quais se
somam outras duas. São elas a máxima da arquitetura – FIRMITAS, UTILITAS e
VENUSTAS, pautas que Palladio manteve fortemente instalada na sua produção
localizada no entorno, principalmente da cidade de Veneza.
Esses três conceitos foram lançados por Vitrúvio e tem a seguinte
explicação: FIRMITAS – Solidez, baseada na concepção das coisas, das
formas, dos matérias, da química de transformação dos materiais e insumos
com os quais materializava a sua obra, identificando o arquiteto como um
alquimista das coisas sólidas e utilizáveis, do “DOMUS”,
a casa. UTILITAS – Utilidade, função usabilidade no sentido amplo das
palavras que torna as coisas da cidade e da vida comunitária utilizáveis pro
todos aqueles que escolhem a vida em comunidade, na cidade como o seu lugar de
realização. VENUSTAS – Das coisas relativas a Vênus, deusa da beleza
Romana, herdeira de Afrodite, cuja origem esta na espuma do mar, afros, espuma,
nascida da espuma, que mesmo sendo fugaz é imprescindível para que a
felicidade do homem seja completa. A essas questões que Palladio coloca tão bem, recuperando todo o conhecimento e sistematizando o mesmo, a partir dos arquitetos renascentistas e sua plêiade de pintores importantes, tais como Brunelleschi, Leonardo da Vinci e outros tantos, soma-se à matemática e a alquimia, bem como a comunicação. Essas estão implícitas em tudo o que foi proposto por Palladio, na sua matemática dinâmica e fixa, baseada no tanto que somos enquanto uma sociedade cuja temática esta vinculada ao conhecimento que aparentemente erudito pode ser levado à comunidade como marca de nosso intento. Nós, professores, profissionais da comunicação, da arquitetura, da química, pedagogos, da informática, da área artística e da engenharia, nos sentimos como que fazendo parte, em maior ou menor grau dessas idéias, mas sabendo que, sem qualquer um de nós, e nossas diferenças, a herança do renascimento e do maneirismo não seria completamente representada, para o eclodir do que é hoje a tão falada e gasta “Sociedade do Conhecimento” que encaminhará, necessariamente, o novo paradigma de sociedade, num caminhar constante para “SOCIEDADE DO BEM ESTAR E DA REALIZAÇÃO”. |
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